terça-feira, 28 de junho de 2011

Situação do Parque Ecológico de Vilas do Atlântico é de tristeza e abandono


Na manhã de hoje, a equipe do Consulado Social e do Café com Notícias, dentro de um programa de plano de visitas; foi conhecer as instalações do Parque Ecológico de Vilas do Atlântico, situado na Avenida Praia de Itapuan, para verificar como estava a situação.

O espaço é uma gleba de área verde, no loteamento Vilas do Atlântico, que existe há mais de 30 anos em área total de 17 mil metros quadrados. No local existem árvores frutíferas. A flora e a fauna apresentam riqueza representativa. Na parte baixo do parque, existia um lençol freático, formando uma pequena lagoa, segundo projeto original do Parque Ecológico. 
 

A construção deste parque foi no governo de Otávio de Carvalho Pimentel com verba destinada pelo deputado federal Fernando Gabeira no dia 19/04/1995. Na época, o projeto tinha como objetivos específicos, desafogo à paisagem urbana, espaço de convivência, área de lazer e recreação infantil, um teatro de arena para atividades culturais, produção de mudas e plantas ornamentais.


O local está em estado de degradação. O parque poderia ser utilizado como espaço de convivência e a comunidade desconhece desse espaço. As cercas que rodeiam o parque estão danificadas; os matos e as folhas tomam contam das via de acesso e dos espaços de convivência; tubulações das residências são desviadas para dentro do parque, conforme mostra as fotos.



A administração do parque desde a sua fase inicial é de responsabilidade da prefeitura municipal, sendo uma área também de uso do conselho municipal do meio ambiente e da própria cultura.


Neste espaço funciona a secretária especial das mulheres. No parque existem duas entradas principais onde não há controle de acesso e o portão fica aberto 24 horas, fazendo com que o parque possa ser utilizado para outras intenções.


Na realidade, o parque precisa de um novo reinventario e um projeto de urbanização. Espaços com este, tem que ser tratado com mais atenção pelos órgãos públicos e não deixar chegar a este ponto total de degradação. Os produtores culturais da cidade se queixam da inexistência de espaço para ensaios e apresentação de grupos do teatro e da cultura popular, e este parque está há vários anos ocioso e a espera de uma política que decida os rumos do mesmo.

Estruturas de ferro para a montagem dos toldos, estão enferrujando

Com informações do Consulado Social e do Café com Notícias

Fotos: Marcelo Aragão / Consulado Social

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